O amor não significa o que normalmente se entende pela palavra. O amor usual é
apenas um disfarce; algo mais está oculto por trás dele.
O amor real é um fenômeno totalmente diferente. O amor usual é uma exigência,
o real é um compartilhar. Ele conhece a alegria do dar e nada conhece do exigir.
O amor usual finge demais. O amor real é, nunca finge; ele
simplesmente é. O amor usual se torna enjoativo, açucarado, chato, o que se chama de amor piegas. Ele é enjoativo, nauseante. O amor real alimenta; ele fortalece a sua alma.
O amor usual alimenta somente o seu ego —
não o você real, mas o irreal. Lembre-se: o irreal sempre alimenta o irreal, e o real alimenta o real.
Torne-se um servo do amor real, e isso significa tornar-se um
servo do amor em sua pureza suprema. Dê, compartilhe tudo o que você tiver, compartilhe e tenha prazer com esse compartilhar.
Não ame como se fosse uma obrigação, pois assim toda a alegria vai embora. E nunca sinta que você está obrigando o outro a dar algo em troca, nem mesmo por um único instante. O amor
nunca pede nada em troca. Pelo contrário, quando alguém recebe seu amor,
você se sente grato. O amor fica agradecido por ter sido recebido.
O amor nunca espera recompensa nem agradecimento. Se o agradecimento é feito, o amor sempre é pego de surpresa. Essa é uma agradável surpresa, pois
não havia expectativa.
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Meu povo que aqui vem, estou em terras gaúchas, Horizontina, vim ontem trazer minha filha e vou ficar por aqui uns 15 dias, curtindo filha e genro e o friooooo!
ah, a gisele bündchen não está aqui....
seriam as cinzas do vulcão sobre o rio uruguai?!
tá friooooo!!!
Horizontina - RS